Vida boa bonita e barata

Archive for the ‘Estilo de vida’ Category

Essa matéria do Yahoo Finanças (que tem versão no site da revista Forbes) não pude deixar de reproduzir aqui, pois algumas dessas dicas eu já pratico (a primeira) e outras vou começar a praticar (a última):

Aposentada aos 28 conta como guardava 70% de sua renda

 

(SÃO PAULO) – Mesmo vivendo em Nova York, onde os custos de vida são altos, JP Livingston conseguiu se aposentar aos 28 anos com US$ 2 milhões no banco. Durante o tempo em que trabalhava na indústria financeira, ela conseguia guardar 70% de sua renda – isso transformou-se em 60% do dinheiro com que parou de trabalhar, sendo o restante rendimento de investimentos.

Ao Business Insider, ela concedeu uma entrevista contando alguns dos aspectos mais relevantes para que ela conseguisse o feito. No caso dela, um emprego lucrativo (US$ 100 mil anuais) foi essencial para chegar onde chegou, mas as dicas de economia, conforme disse ao site, valem para todos os perfis de pessoas.

Confira um passo a passo dividido pela jovem:

1.       Identifique suas maiores despesas e corte quanto for possível

No caso de JP, ela optou por um apartamento mais humilde do que sua renda conseguiria pagar, o que possibilitou que investisse uma quantia maior todo mês.

2.       Compre usado

A aposentada comprou mobília usada para seu apartamento. De acordo com ela, normalmente as coisas à venda têm menos de um ano de uso – é só escolher bem.

3.       Aproveite as opções da cidade

Com um apartamento pequeno, JP tinha necessidade de sair de casa para encontrar os amigos. Isso não significa que gastasse muito dinheiro a cada noite de lazer: grandes cidades oferecem opções agradáveis e mais baratas.

4.       Use o conceito de custo por hora

A cada compra que realizasse, a jovem olhava para o preço e contabilizava a quantas horas de trabalho ele equivaleria. Só então definia se valia a pena gastar.

Tive pequena aula de economia doméstica outro dia com uma ex-colega de trabalho.

Filtro de papel para café

vida3b-filtro-papel-1-b

Leia o resto deste post »

Essa  postagem que peguei do Facebook nos lembra que bastaria uma ação do governo para resolver grande problemas ambientais: uma lei que obrigasse o comércio a utilizar objetos de plástico biodegradáveis (ou de papel).

ambiente-facebook-embrapec-copo-papel-plastico

Coletei esses links recentemente sobre doação de livros para uma conhecida e agora resolvi postar aqui.
Quem souber de outros links informativos, ou se puder corrigir algum link/informação inválida, agradeço.

ProLivro.org.br (RJ, SP, BA, MT,  SC, RS, PA, PR)

AaA PUC (Duque de Caxias, RJ)

Blog Tatiane Sandes (Baixada Fluminense, RJ)

DoaçãoLivros.org (Praticamente  todo o Brasil)

EstanteLotada.com.br (no RJ, Brasil e até nos EUA)

Cultura.RJ.Gov.Br (RJ, Zona Norte)

Dicas para limpar fornos

Esse post eu transcrevo do site compartilhavel.com:

IMAGEM: mulher.com

Imagem: mulher.com

Um dos serviços domésticos mais difíceis de se fazer é a limpeza de fornos, além de demorado e muito trabalhoso, nem sempre se consegue um resultado satisfatório, na maioria das vezes a sujeira  impregnada não é removida totalmente.

Mas, agora você vai aprender uma dica incrível que remove toda a sujeira do forno deixando-o totalmente limpo e brilhante como se fosse novo.

É importante que a limpeza dentro do forno e da porta sejam feitas separadamente.

Os ingredientes que você vai precisar para fazer a pasta de limpeza são:

¼ copo de fermento em pó
– 250 ml de amoníaco
– 1 litro de água fervente
– Dois recipientes resistentes ao calor

Para a limpeza da porta junte o fermento em pó com água, de modo a formar uma massa espessa, essa massa servirá para limpar o vidro. É necessário deixar o fermento agir por 30 minutos no vidro, finalize retirando com uma esponja a massa que removerá toda a sujeira da porta sem esforço.

Para a limpeza dentro do forno deve-se  pré-aquecer o forno em uma temperatura de 150°C. Usando um dos recipientes coloque 1 litro de água fervente. Em outro recipiente coloque  250 ml de amoníaco. Desligue o forno, e  coloque o amoníaco  na prateleira do meio,  a água  embaixo. Feche o forno e e deixe agir por  12 horas.  Misture um pouco de detergente ao amoníaco e espalhe pelo forno, finalize a limpeza removendo toda a sujeira usando uma esponja e uma escova áspera.

É importante que durante todo o tempo as portas e janelas sejam mantidas abertas para deixar o vento entrar e  nunca  inspire o vapor de amoníaco, pois isso pode causar danos à saúde. Como alternativa, pode-se  fazer uma pasta de bicarbonato de sódio com água e espalhar pelo forno, para limpá-lo posteriormente, mantendo a limpeza em dia.

Uma dica incrível que remove toda a sujeira do forno deixando-o totalmente limpo e brilhante.

Transcrevo aqui o (excelente) post da psicóloga Nathalia Paccola (no blog dela está ilustrado com foto) baseado em dicas da terapeuta de relacionamentos Dra. Sheri Jacobson, pois já me utilizei destas idéias uma vez. Pode não ter resolvido o problema, mas resolveu a situação de desentendimento.

1 – Meça suas emoções

Antes de iniciar uma discussão, é fundamental que você verifique o seu estado interno. Examine como você está se sentindo emocionalmente, em uma escala de um a dez: um sendo sereno, e 10 absolutamente furioso.

Se você estiver acima de 7,5, nem sequer pense em entrar em uma discussão. Quando você fica com raiva, seu corpo exibe sintomas físicos. Você regride para um estado mais “animal”, porque seus neurônios não são acionados com rapidez suficiente para uma área do cérebro chamada amígdala, responsável pelo processamento de nossas emoções.

Neste ponto, você já não é capaz de se engajar em pensamento racional e adequado: você entra em um primitivo estado de “luta ou fuga”. Neste estado, o seu corpo ou se prepara para qualquer luta, seja ela física ou verbal, ou para fugir em busca de abrigo (nenhuma das opções é boa, certo?).

Você vai notar sintomas físicos como aumento da frequência cardíaca, palmas das mãos suadas, temperatura elevada, tensão e pensamentos violentos. Quando você se sentir assim, pare, se afaste e reflita sobre por que você está tão bravo ou chateado.

2 – Tome fôlego

Faça uma pequena pausa para tentar respirar lenta e profundamente: isso ajuda a sinalizar para o cérebro de que você não está em uma situação perigosa. Seu sistema nervoso vai começar a se comportar normalmente, e você será capaz de avaliar a sua situação de forma mais objetiva e racional.

3 – Verifique se as coisas são realmente tão ruins quanto você pensa

Às vezes, uma simples forma de terapia comportamental cognitiva (TCC) pode ser útil: observe o que está lhe deixando com raiva, pense sobre o porquê isso lhe incomodou e tente avaliar se a situação é realmente tão ruim quanto você pensa que é. Muitas vezes não é.

4 – Lembre-se da sua meta

Quando você finalmente decidir entrar em uma discussão, certifique-se de que você vai entrar nela com a atitude correta: o objetivo é ser feliz, não estar certo. Você deve querer resolver a situação, e não apenas competir ou entrar em uma discussão inútil.

5 – Atenção à linguagem

Qual o objetivo do conflito? Você quer um pedido de desculpas ou uma mudança de comportamento, por exemplo? Escreva o que você espera, para usar a linguagem apropriada – verbal e física – para deixar seus desejos ou queixas claros.

No calor do momento, coisas desnecessárias são ditas. Tente não confundir o propósito da discussão, para não diminuir qualquer chance de resolução.

6 – Seja suave

É quase impossível fingir que você não está com raiva ou chateado quando você está, mas tente não manter uma postura defensiva. Não cruze os braços ou gesticule muito descontroladamente. Se possível, sente-se em frente à pessoa com quem você está discutindo, e, se for o seu parceiro ou alguém com quem você tem intimidade, tente tocá-lo.

Lembre-se o tempo todo que o propósito do conflito é a resolução, é que ambos saiam tão felizes quanto possível. Isso significará compromisso, e o poder do toque vai demonstrar isso.

7 – Ouça

Mais importante do que falar é ouvir. Você deve mostrar a outra pessoa que você está disposto e é capaz de ouvir os dois lados da história. Na verdade, ouvir os dois lados pode até mesmo ajudar a contextualizar seus próprios sentimentos, tornando mais fácil entender por que você ficou chateado em primeiro lugar.

Mas quando você começar a falar, tenha cautela. Argumentos não são jogos de culpa: sua chance de falar sobre suas emoções não deve ser uma chance de “xingar” ou implicar com alguém.

8 – Seja positivo

Em vez de dizer a alguém o que ele fez de errado e como isso lhe fez mal, centre a discussão em si mesmo e traga exemplos positivos de comportamento para ajudar a transmitir o seu ponto de vista.

Por exemplo, em vez de dizer “Você esqueceu meu aniversário e isso me deixou chateada”, diga “Eu me senti chateada quando você esqueceu meu aniversário, porque você é sempre tão atencioso”. Não diga “odeio que você sai todos os dias”, mas sim “eu gosto quando você fica comigo”, e assim por diante.

Isto imediatamente torna o tom da conversa menos agressivo, limita a extensão da culpa colocada sobre essa pessoa e torna mais fácil para ela entender porque você está infeliz.

9 – Pense no futuro

Tente não relembrar erros ou conflitos passados ao expressar o que sente. A pessoa com quem você está discutindo simplesmente ficará muito consciente de delitos passados que nem ela, nem você podem fazer algo para mudá-los.
Em vez disso, concentre-se no aqui e agora, ou não haverá resolução e reconciliação.

10 – Há força na fraqueza

Admitir uma fraqueza ou um erro é uma força definitiva e em muitos casos a chave para acabar com a disputa ou briga.
Se todo o resto falhar, procure ajuda. Pode ser muito fácil entrar em um ciclo interminável de divergências. Se você acha que precisa de um terceiro para “arbitrar” as conversas, muitos terapeutas atendem casais (também há terapeutas para outros tipos de relacionamento ou problemas).

 Dicas para estudar e aprender

estudar
Imagem: Blog Estudar e aprender

Posto aqui o link com dicas de estudo do blog Estudar e aprender pois algumas delas eu já sigo há algum tempo, como escrever, ensinar  e praticar o que aprendo, s e for possível. As demais dependem doestilo pessoal de aprendizagem (sozinho ou em grupo) e de sua determinação/organização pessoal.

Vale uma lida!

Leia o resto deste post »