Vida boa bonita e barata

Vida 3B: presentes (1)

Posted on: março 6, 2010

Como sou formado em design, por conta da profissão, tenho de ter um senso estético dos melhores.
Isso me faz ter um olho clínico ao escolhe presentes quando o bolso está curto, mas qualquer pessoa pode ter esse senso crítico mesmo não sendo formado em design. Qualquer pessoa sabe distinguir, independente do gosto pessoal, um copo de café, de botequim de um copo d’água, de restaurante.

Partindo desse pressuposto, se a grana está curta, primeiro defina o que vai dar e para quem.
Se a pessoa “não tem de tudo” facilita, pois o presente basta ser de bom gosto – não precisa custar fortunas. Mas deve parecer que custou muito.

Dê preferência a lojas que possuem “identidade visual” (marca e colorido igual em todos os pontos da loja: do letreiro à sacola). A loja de preferência não deve anúnciar na grande mídia (horário nobre da TV e grandes jornais) pois o custo desses anúncios é embutido nos preços.
Procure artigos de uso geral mas com um bom visual (p.ex., um calendário de mesa, daqueles que se encontra na mesa de gerentes de bons bancos, clínicas de estética e outros lugares refinados) mas com o melhor preço.
Outra alternativa é procurar presentes em conta em lojas de marca “famosas” que anunciam na mídia: a marca por sí só valoriza o presente, mesmo que seja um chaveiro.

Se a pessoa “tem de tudo” procure presentes personalizados: a pessoa que tem de tudo não irá ter o que você está presenteando, que deverá ter algo “de único”: uma caneca de vinho em cerâmica com estampa feita por profissional da área (um desenho, uma foto de uma ocasião especial envolvendo você e o presenteado); um quadro emoldurado com uma caricatura ou desenho do presenteado (uma foto pode ser a base para fazer esse presente); ingresso para um evento que se realizará na véspera…

Certa vez enviei um cartão de parabéns high-tech: gravei um vídeo numa lanhouse/cybercafé (dessas que tem câmera e microfone) e enviei via internet (e-mail) para a pessoa que fazia aniversário em outra cidade. Depois me deram uma dica melhor ainda: deveria ter enviado o “video-clipe” em CD/DVD com um bolo, cantando parabéns.

Por último, se a criatividade ou o tempo falharem, vale o famoso “vale-presente” que muitas boas livrarias oferecem; nesse caso coloque um patamar “médio-para-alto” na hora de dar o presente: um vale-presente barato irá acabar com qualquer boa impressão, parecendo que o presente tem o mesmo valor do presenteado (baixo).

Enfim, há como dar bons presentes sem gastar muito mas causando boa impressão (o que importa).

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